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sexta-feira, 16 de junho de 2017

SOPA DE BATATAS COM FRANGO

Esta sopa de batatas com frango é muito reconfortante, além de suave e nutritiva.

Ela é ideal para uma refeição leve nas noites mais frias, para quem gosta de sopa assim como eu ( e todos aqui em casa ), até nas noites e dias mais quentes também cai muito bem ...haha.

Nós aqui adoramos tomar uma sopa dessas quando voltamos da academia.

E é bem fácil de fazer.


Ingredientes:


  • 5 batatas médias ( mais ou menos 1/2 kg )
  • ½ peito de frango ( sem pele )
  • 1 cebola pequena picada ( mais ou menos 3 colheres )
  • 1 dente de alho grande amassado
  • Talos de erva doce ( 2 talos inteiros, a parte verde e a branca )
  • Óleo de soja ( mais ou menos 3 colheres )
  • Sal a gosto
  • 2 litros de água


Modo de preparo:


Descasque e pique as batatas. Também pique um pouco os talos de erva doce.

Em uma panela funda, coloque o óleo para esquentar e depois o peito de frango para dourar, preferencialmente cortado em pedaços grandes.

Salgue um pouco e deixe fritar um pouco mais. Retire da panela e reserve.

Nesta mesma panela, coloque a cebola e o alho. Deixe murchar e então despeje a água, as batatas e os talos de erva doce.

Tape a panela e deixe fervendo até cozinhar bem as batatas.

Neste meio tempo, desfie os pedaços do peito de frango no tamanho de sua preferência.

Quando as batatas estiverem macias, bata no liquidificador ou com o mixer até ficar um creme.

Então junte o frango desfiado, acerte o sal e deixe ferver mais um pouco.

Se achar que a sopa de batatas está muito grossa, acrescente mais água e se achar que está muito rala, é só deixar fervendo até apurar um pouco.

Sirva com queijo ralado ou torradas de pão.



domingo, 9 de abril de 2017

SOPA DE CENOURA COM LARANJA



Tomamos uma sopa de cenoura como esta, pela primeira vez, em Cunha, uma pequena cidade do interior de São Paulo, onde meu irmão morou por alguns meses.

Isso foi em 2009 e desde então, esta sopa de cenoura com laranja foi incluída no cardápio da nossa casa.

Na hora pensei que fosse uma sopa sem graça, mas me surpreendi já na primeira colherada, e a dona do restaurante (que infelizmente não lembro o nome agora) foi de uma enorme gentileza, me ensinando como ela preparava.

E aproveitando para falar um pouquinho de Cunha, a cidade é famosa pela quantidade de Fuscas (isso mesmo, o carro!), também tem inúmeras cerâmicas artesanais, e dentre outras coisas, uma estrada que vai até Paraty que é um trecho da antiga Estrada Real.

Em outro blog que eu escrevo, falo um pouco de uma micro cervejaria de lá, a Cervejaria WOLKENBURG – Cunha – SP ( você pode ler clicando aqui ).

Mas vamos a sopa de cenoura com laranja.

Ingredientes:


  • 2 kg de cenoura
  • 2 colheres de sopa de cebola picada
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de sopa de gengibre picado
  • Sal a gosto (mais ou menos 1 colher de sopa rasa)
  • 1 litro de água
  • 1 copo de suco de laranja


Modo de preparo:


Limpe as cenouras e coloque para cozinhar na panela de pressão, junto com a água, a cebola e o alho.

Cozinhe por uns 10 minutos contados após ter começado a chiar.

Bata no liquidificador, junto com o gengibre e o sal.

Volte para a panela, e se necessário coloque um pouco mais de água e deixe ferver.

Prove e acerte o sal se achar necessário.*

Coloque o suco de laranja somente na hora de servir, podendo ser colocado no prato, cada um se serve ao seu gosto.
Você pode servir com uma rodela de laranja no prato.

*Como as cenouras são levemente adocicadas, cuidado para não colocar sal demais, acreditando que vai perder o sabor adocicado.

Se preferir, pode usar um caldo de carne, galinha ou legumes. Ficará muito mais saboroso.



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

CALDO VERDE


O Caldo Verde é uma sopa típica da culinária portuguesa, e como nós brasileiros fomos colonizados por portugueses, é claro que herdamos inúmeros pratos da culinária lusitana.

Não sei até que ponto essa minha receita é tradicional, mas acredito que não há problemas se houver variações, pois mesmo entre os portugueses deve haver diferenças na forma de preparo.

É uma sopa fácil de fazer e que sustenta muito.

Para quem não gosta, ou é vegetariano, pode retirar a linguiça e continuará tendo um prato de CALDO VERDE..rs...eu mesma, quando não tenho a disposição aqui em casa, preparo sem, ou uso um pouco de bacon defumado.

Aliás, vou passar a receita como eu faço, sem nenhum óleo, principalmente quando coloco a linguiça ou o bacon, que já são bastante gordurosos.


Ingredientes:


  • 1 kg de batatas
  • Água
  • 1 cebola pequena ralada
  • 1 linguiça tipo calabresa cortada em rodelas
  • Sal a gosto
  • 5 folhas grandes de couve picada em tiras finas


Modo de preparo:

Descasque e cozinhe as batatas em água suficiente para cobri-las.


Se quiser fazer de um jeito mais tradicional, quando as batatas estiverem bem macias, você irá passa-las no espremedor de fazer purê, sem desprezar a água do cozimento, que já ficará para a sopa. Você também pode deixar cozinhar até desmanchar e depois com uma colher, apertar os pedaços que ficaram, ou pode bater no liquidificador ou com o mixer direto dentro da panela.

O importante é que desmanche bem (sei de pessoas que gostam quando ela fica com pedaços).

Coloque a linguiça e a cebola e também mais um pouco de água, para deixar mais ralo, pois você tem que deixar ferver para a linguiça soltar o sabor.

Depois de um tempo de fervura, ela estará mais grossa e com o gosto da linguiça, só então você deve provar o sabor para saber quanto irá colocar de sal. Coloque aos poucos e vá provando. Existem diferenças no sabor das linguiças e bacon, umas marcas são mais salgadas que outras, por isso só se acerta o sal no final.

Por último, coloque a couve picada, e não deixe ferver muito tempo para que ela não perca a cor e nem fique muito mole.

Tradicionalmente, o caldo verde é servido com um fio de azeite de oliva direto no prato, o que dá um perfume irresistível.





sexta-feira, 12 de julho de 2013

SOPA DE FARINHA DE MILHO

Também conhecida em algumas regiões do Brasil, como “Maneco com jaleco”, ou “Maneco de jaleco”.

Lembro de minha mãe fazendo desta sopa nas noites mais frias e, geralmente nas de domingo, pois sempre foi daqueles dias que o almoço era tarde e pesado. Esta sopa, além de ser reconfortante para quem toma, é prática para quem prepara..rs...E depois de passar boas horas preparando o almoço, ninguém quer ficar mais algumas horas na cozinha em pleno domingo a noite, certo?..rs.

Já vi pessoas preparando de forma bem grossa, quase um mingau. Eu não gosto, e assim como minha família, preferimos mais rala, pois não pesa tanto.

Também já vi receitas onde os principais ingredientes são só a farinha de milho (sempre, é claro..rs) e a couve, mas adoramos com o ovo que cozinha na própria sopa. E é esta receita que escrevo aqui.

Na verdade, é uma receita sem quantidades exatas, portanto tentarei dar uma base para servir aproximadamente 5 pratos.


Ingredientes:

  • ½ cebola picada
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 colher de óleo
  • 1 litro de água (mais ou menos)
  • 1 xícara de farinha de milho (mais ou menos)
  • 1 tablete de caldo
  • Sal
  • 5 folhas de couve rasgadas em “quadradinhos” mais ou menos de 4 X 4 cm (mais ou menos)
  • Ovos (1 para cada pessoa)


Modo de preparo:


Coloque em uma panela o óleo, e refogue a cebola e o alho até ficar dourado.

Coloque a água (que já pode estar quente), o caldo esfarelado, e deixe ferver.

Abaixe o fogo. Esfarele a farinha de milho nas mãos e vá “polvilhando” aos poucos, mexendo sempre. 

Pode ser que não seja utilizada toda farinha, assim como pode precisar de mais do que 1 xícara. Isso vai do gosto de cada um, por isso é recomendado colocar aos poucos, e mexendo sempre para não empelotar.

Acerte o sal.

Quebre os ovos um a um em um copo (para ver se não estão estragados e para facilitar colocar na panela) e coloque sempre um a um, distantes um do outro dentro da mistura fervente. 

Deixe ferver por uns três minutos, sem mexer para não quebrar os ovos e para cozinhar.


Quando estiverem cozidos, mexa e veja se há necessidade de colocar um pouco de água.

Desligue o fogo e só então coloque a couve rasgada, para que as mesmas fiquem crocantes, se você não gostar assim, deixe cozinhar até amolecer antes de servir.



domingo, 9 de junho de 2013

SOPA DE MANDIOCA


Também conhecida aqui no Brasil, como macaxeira ou aipim, a mandioca recebe ainda outros nomes, conforme a região, mas os mais populares são esses.

A mandioca tem uma lenda indígena para justificar esse nome.

Lembro que nas aulas que tive sobre folclore, o  historiador e antropólogo Luís da Câmara Cascudo era muito citado por compilar uma série de lendas brasileiras...e a da mandioca foi uma das que mais me marcou.

Vou contar aqui, mas sem muitos detalhes:

“A filha de um grande chefe indígena apareceu grávida, porém, sem nunca ter tido um namorado.

Acabou dando a luz a uma menina branca que recebeu o nome de Mani.

Mani era muito precoce e andou e falou rápido, sendo considerada especial na tribo, mas morreu muito cedo (um ou dois anos), e como era costume, foi enterrada dentro da oca.

Onde Mani foi enterrada, surgiu uma planta desconhecida, que passou a ser base da alimentação dos índios.

O nome mandioca, vem de Mani + oca (oca = casa). Então quando os índios falavam em mandioca, estavam se referindo a planta que nasceu na ‘casa de Mani’.”

E essa sopa de mandioca foi minha mãe quem fez. Garanto que, como tudo que ela faz, estava muito boa..rs.

E como muita coisa que minha mãe prepara, essa sopa não tem uma receita com medidas.


Ingredientes:

  • Mandioca descascada
  • Água
  • Cebola, alho, sal
  • Temperos a gosto.


Modo de fazer:


Descasque as mandiocas, coloque em uma panela (que pode ser de pressão), cobra com água e leve para cozinhar. Se for na panela de pressão, pode ser por uns 15 a 20 minutos contados depois que a panela começou a chiar.
Se for panela normal, você pode acompanhar o cozimento.

A mandioca é um tubérculo que pode variar muito de qualidade, sendo que algumas vezes cozinha mais rápido, mas como é para fazer sopa, não há problema se cozinhar demais e começar a desmanchar.

Depois que a mandioca estiver bem cozida, bata no liquidificador com a mesma água, ou passe pelo espremedor de batatas.

No liquidificador, não deixe bater muito tempo, pois assim como a batata, ou inhame, a mandioca fica “elástica”, puxenta, como uma cola...isso se bater por muito tempo.

Em uma panela, refogue cebola e alho em um pouquinho de azeite. Despeje o caldo de mandioca e acrescente mais água, se for necessário, mas lembre-se que essa sopa é para ficar cremosa e não aguada.

Coloque sal, um ou dois caldos de galinha, pimenta e cheiro verde.

Enfim, tempere ao seu gosto.

Se quiser, quando refogar a cebola e o alho, pode fritar junto alguns cubinhos de bacon, por que combina muito bem.

Ótima dica para dias frios.





terça-feira, 21 de maio de 2013

SOPA DE ERVILHAS


Outro dia lancei uma pergunta no Google Plus (G+) sobre sopa de ervilhas.

Minha família e eu amamos sopa de ervilhas, só que sempre que eu fazia, na panela normal ou na de pressão, quando fervia formava uma espuma que subia e derramava no fogão!

Perdia boa parte, mas o pior era a sujeira.

No meu pedido de ajuda, obtive uma dica da colega Nilva, que me sugeriu colocar um “fio” de óleo na panela antes da fervura.

Fiz isso, fechei a panela de pressão e coloquei no fogo. Só que fiz outra coisa que também nunca tinha feito antes...desliguei a panela quando a pressão começou a chiar e só abri umas 4 horas depois!

Acho que por um pouco dos dois, desta vez não criou aquela espuma que suja tudo..rs

Quando abri a panela, quase não tinha água e as ervilhas estavam bem inchadas e macias. Mexi com uma colher e elas desmancharam! Esmaguei um pouco e coloquei mais água. Deixei ferver e não subiu espuma!!!

Essa é daquelas receitas que faço sem medidas.


Escolho as ervilhas (pois as vezes vem alguma pedrinha além de alguma ervilha estragada), lavo e coloco na panela de pressão.

Cubro com água uns 4 cm acima das ervilhas, mas ATENÇÃO: Quem não está acostumado com panelas de pressão, precisa saber que não se pode encher muito!! Você tem que respeitar a marca que vem na panela, indicando o nível máximo de água. Naquelas que não tem essa marca, a sugestão é não deixar o nível de água passar o cabo, ou pelo menos uns 8 cm antes da tampa. Dito isso, fica claro que você tem que colocar a quantidade de ervilhas que permita você respeitar essa REGRA da panela de pressão, ok?

Para exemplificar, eu preparei 500 g de ervilhas seca (um pacotinho que se compra no supermercado) em uma panela de pressão com capacidade para 4 litros e 1/2 .

Coloquei o fiozinho de óleo que a Nilva me disse na sua dica e o resto vocês já sabem.
Fritei um pouco de cebola e alho para temperar, mas achei que ficou grosseiro com os temperos aparentes, então bati no liquidificador, para depois colocar o bacon e salgar.


O resultado é esse da foto. Além de um fogão limpo..rsrsrs

O único inconveniente é a demora. Não vai dar para fazer e tomar logo depois.

Mas vale a pena, mesmo porque, assim como eu faço, você pode preparar uma grande quantidade e congelar! Temperar ou não antes de colocar em potes, deixando pronto para usar quando quiser.

Gostou da dica?


sexta-feira, 10 de maio de 2013

SOPA DE PEDRA OU SOPA DE TUDO



Esta receita tem uma história legal, e foi das minhas primeiras aventuras na cozinha.

Antes de escrever sobre ela, tenho que falar da minha tia Neusa.

A tia Neusa, era uma tia-avó por parte de pai. Dos parentes dele, era quem mais frequentava nossa casa. Muitas vezes iam almoçar nos domingos e ficavam até a noite.

Lembro que em um domingo frio, eu talvez estivesse com uns 10 anos, pedi para minha mãe se eu poderia fazer uma daquelas sopas que “limpam a geladeira”..rs...Onde se usa toda sorte de legumes e, as vezes as sobras de arroz cozido, feijão do almoço, pedaços de carnes...Daquelas sopas bem pedaçudas, sabe?

Bem, neste dia, minha tia me disse que essa era a famosa “SOPA DE PEDRA”.

Na minha cabeça infantil, em poucos segundos imaginei um monte de possibilidades para essa sopa receber esse nome..rs...e então ela me contou uma história:


“Era uma vez...um andarilho muito esperto, que passando por um sítio no interior, quase na hora do jantar, resolveu pedir ajuda ao casal de caipiras que moravam lá.

Os dois eram muito desconfiados, e atenderam o andarilho pela janela. O rapaz não insistiu, e percebendo que dalí não sairia nenhuma comida, resolveu dar o seu famoso golpe.

Olhou para o chão, viu uma pedra e pegando falou:

_ Poxa! Aqui tem a pedra de fazer sopa! Vocês me permitiriam acender um fogo aqui no quintal e fazer uma sopa de pedra?

Os donos da casa se entreolharam e perguntaram com deboche:

_ E desde quando da prá fazê sopa de pedra, seu moço??

_ Claro que dá! Me admira que vocês com tantas pedras de sopa aqui, não conhecem e nunca provaram. É uma delícia e eu posso ensinar para vocês!

Os dois acabaram deixando, pensando que levariam uma grande vantagem, já que seu quintal possuía essa preciosidade aos montes.

O moço acendeu o fogo, pediu uma panela com água e colocou a pedra dentro.

O dono da casa então falou:

_ O moço tem certeza que isso vai saí coisa que preste?

Daí o andarilho aproveitando a deixa, virou-se para eles e disse:

_ Fica ótimo! Mas se colocasse um pedaço de carne, ficaria muito melhor...Vocês tem um pedaço aí?

A mulher foi pegar a carne. Assim que deu a carne para o rapaz, ele com toda sua lábia falou:

_ Mas a carne precisa de uns temperos, como cebola, alho, sal...A senhora sabe, não é? Se não, a carne vai acabar tirando todo o gosto da pedra!

A mulher foi pegar, deu para o rapaz, que picou tudo e colocou na panela.

Depois de alguns minutos, ele diz que a sopa ficaria ainda muito melhor se tivesse uma cenoura...A mulher deu...falou de uma batata, depois pediu uma abobrinha, um chuchu, um inhame, uma mandioca...e a mulher ia e vinha com tudo que ele pedia.

Por fim, ele falou que ficaria ótimo se tivesse um pouco de macarrão para cozinhar tudo junto.

O casal, se olhava rindo, duvidando o tempo todo que aquela pedra faria uma sopa boa.

Depois de pronto, o andarilho se serviu e serviu os dois, que comeram até se fartarem, repetindo várias vezes e elogiando muito.

O andarilho foi embora, mas antes pediu uma pedra para levar e preparar o almoço do dia seguinte.

O casal não conseguia acreditar que uma simples pedra foi capaz de dar uma sopa tão boa! E ficaram imaginando quanto dinheiro iriam ganhar com as todas aquelas pedras do seu quintal.”


Bem, esse é o tipo de comida que não precisa de receita com medidas. Basta seguir a intuição e ir provando. Se você não usar carne nem frango, e preferir dar um gosto a mais, pode usar um tablete de caldo daqueles industrializados.

Para essa sopa da foto, eu usei como temperos:
  • Cebola
  • Alho
  • Alho poro
  • Sal
  • Tablete de caldo de carne


E para os “pedaços”..rs:
  • Carne (acém)
  • Bacon
  • Batata
  • Abobora
  • Chuchu
  • Abobrinha
  • Grão de bico

Ia colocar macarrão aletria também conhecido como “cabelo de anjo”, mas esqueci..rs...Porque havia chegado da academia e estava com muita fome..rs...Adoro sopa!



quinta-feira, 2 de maio de 2013

SOPA DE ABÓBORA


Um dos meus pratos preferidos é uma boa sopa!

Seja em tempos frios ou quentes. Mas como o pessoal daqui de casa prefere tomar sopa só nos dias frios, acaba que eu sou voto vencido.

Ok...existem as sopas frias, mas eu prefiro as quentes mesmo. Sendo assim, só nas épocas de inverno é que preparo para todos aqui de casa.

Hoje fiz uma bela sopa de abóbora! A preferida do meu filho mais novo.

Lembro que a primeira vez que minha mãe fez uma destas, foi por indicação do meu irmão, que havia provado em um hotel em Caxambú, no sul de Minas Gerais, onde é comum os hotéis oferecerem a “pensão completa”. Neste hotel, para o jantar, eram oferecidos sopas e salgadinhos (me hospedei lá uma vez, mas não me lembro o nome do lugar).

Bem, assim como minha mãe, existem uma série de receitas que faço sem medidas...ou como ela diz: “Por rumo”..rs...ou seja, seguindo a intuição. As sopas estão nesta nossa lista.

Vou falar como eu faço, tentando colocar as quantidades aproximadas, ok?

Para a sopa de abóbora você pode usar qualquer tipo (abóbora de pescoço, moranga, abóbora japonesa). Existe diferença, mas a japonesa é a que fica mais pálida, pois ela tem a cor mais esverdeada.


Esta da foto foi feita com a moranga.
Mais ou menos:

  • 1 quilo de abóbora
  • 1 litro de água
  • 1 colher de sopa de cebola picada
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 tablete de caldo de galinha ou legumes
  • Sal a gosto
  • Creme de leite e salsa para hora de servir


Descasque a abóbora (já fiz com casca e fica muito boa também, só que não tão “lisinha”), corte em pedaços e coloque para cozinhar em uma panela com água. Pode ser a de pressão, mas não há necessidade de cozinhar por muito tempo, pois ela fica macia muito rápido.

Coloque os temperos e depois bata no liquidificador ou com um mixer dentro da própria panela. Quando ficar um creme liso, coloque um pouco mais de água, se achar que ficou muito grosso e coloque para ferver novamente. Acerte o sal a gosto.

Sirva nos pratos com uma colherada de creme de leite no meio e salsa picada.

Reparou que não usei óleo, né? Mas se você preferir pode refogar a cebola e alho antes de bater. Fica até mais saboroso!...é que eu estou tirando o óleo de qualquer receita onde ele não faz tanta falta assim. Aqui já tem o creme de leite e este eu não dispenso..rsrs.

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